Ontem enquanto conversava com um amigo, depois de contar para ele uma retrospectiva resumida desse ano para mim ( uma boa parte ele já sabia até porque ele acompanhou de perto me ajudando) ele disse uma coisa que me fez pensar e refletir. No fundo, eu já sabia e alguns amigos já me alertaram sobre esse meu "hábito" de cobrar demais de mim mesma e das pessoas que eu amo. Realmente eu faço isso demais e por esse motivo acabo me machucando muito. Só que isso não vem de agora, desde criança sempre cobrei muito de mim. Deve ser porque sempre tive muita responsabilidade e fui criada à base de regras também então, no fundo tudo contribuiu para eu agir dessa maneira. Eu tento não fazer isso mas, é difícil. Outro fato que contribuiu foi o bullying que sofri na infância porque como eu sentia que era odiada demais,eu exigia demais dos poucos amigos que eu tinha e achava que tudo em mim era errado. Apesar de já ter encontrado quem sou, ainda acho que tem muita coisa errada comigo. Dizem que nós carregamos muita coisa da infância quando crescemos e cabe a nós tentar mudar,crescer e amadurecer com tudo que aconteceu. Eu tenho muito o que melhorar ainda com relação a essa cobrança. Deixar de criar esperanças demais, relaxar um pouco. Viver um dia de cada vez e não pensar muito sobre o futuro porque ele é incerto demais. Eu penso tanto que deixo de fazer muitas coisas que eu gostaria. Uma das metas para esse novo ano que está chegando é aprender a me cobrar menos porque o que tiver que dar certo vai dar e o que tiver que dá errado também vai dá. E a cobrar menos dos meus amigos também porque eles estarão ao meu lado quando eu precisar e cada um tem sua vida. - Sabrina Lima Gomes
Eu aprendi que cada pessoa sente algo de maneira diferente. Umas com mais intensidade, outras com cautela e ainda há quem consiga manter um equilíbrio. Nem mais nem menos. Apesar de as pessoas que amamos nos conhecerem ( ou pelo menos nós acreditamos nisso), tem algumas que nos surpreendem querendo que não devamos sentir seja qualquer sentimento da maneira que sentimos. Aí você se pergunta: Se essa pessoa me conhece, ela não deveria saber que eu sou assim? Respeitar a maneira como estou me sentindo e tentar me ajudar? Você passa a se questionar sobre muitas coisas, até se você está errado. Quem me conhece sabe ( ou pelo menos eu espero que saiba) que sou do tipo de pessoa sensível demais. Penso, observo, reflito e me questiono com tudo. Seja ao ver a chuva ou um sorriso de uma criança. Quando estou sentindo algo, gosto de sentir, pensar e tirar algum aprendizado. Cresci assim e é impossível mudar isso de mim. Gosto de ser assim mas tento encontrar sempre um equilíbrio, para evitar me ...
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